domingo, 20 de dezembro de 2009

aposentados do amor.

Durante o grande espaço de tempo atoa que tive esse final de semana, eu comecei a pensar em coisas que eu nunca tivesse reparado. Não por insignificância, porém por sempre achar que eu o vivia e que eu não precisava realmente de dissertações sobre. O que eu pensei? No amor. Amor esse que eu penso que já vivi. Então... ‘’... se perguntar o que é o amor pra mim , não sei responder... ‘’ E vejo que de fato , não sei. Então que recorremos as certas ou incertas palavras de livros. E teve uma que em particular me chamou atenção. Dizia: ‘Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos ’. Ai, parei. Pensei. Tornei a pensar. E hoje em meios de solidão escrevo sobre o amor. Hipócrita neh?! Quem sou eu pra escrever de um sentimento que eu não vivo, que eu quem sabe um dia já vivi. Enfim, não sei. Todo mundo fala que o mundo precisa de mais amor. Eu concordo. Em partes. Muita gente não sabe amar, ou não sabe dar valor ao amor que tem. (pausa). Desabafo mesmo! . Uai, onde já se viu. Ano Novo , vida nova, num é assim ? É. Pra mim vai ser. Quero me aposentar em Dezembro, e começar a mudar. Mudar para um amor que valha a pena. Não que os que eu vivi num valeram. Valeram sim.E como valeram a pena. Cada um sabe a importância e a intensidade , outros nem tanto. Mas acontece. No ANO NOVO, quero virar o jogo. Eu quero de fato encontrar o meu velhinho. ‘ E se for pra ser feliz, que seja pra sempre ’. E eu vou ser, porque eu mereço!

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ps. Obrigada por quem comentou. Continuem a vontade, a casa é sua.

Sugestão : procura-se um velhinho.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

aquário

É engraçado como a vida da gente toma um rumo totalmente diferente daquilo que achávamos que seria pra sempre, num é?! O pior é não dar contar de que as mudanças são irreversíveis. Ah! Esse sim é meu maior medo. Eu queria que tanta coisa fosse pra sempre. Como queria. Porem o que tenho hoje? Um peixe. Chamado peixe, por sinal. Ele é pra sempre. Feito de borracha e boiando na água, assim como eu me sinto hoje. Muita coisa eu fiz questão de apagar, porem me sinto perdida. Em meios, boiando na água. Sem rumo, sem prumo. Uma agonia maior, um sentimento estranho. Acho que eu não sei lhe dar com meus sentimentos que até então foram fáceis de dizer ‘não, eu não quero’. Eu nunca acreditei que tudo que eu colocasse um fim, fosse de fato ter fim. Deve-se por isso tal sentimento roendo, machucando. É como o peixe, sua memória dura por volta de três minutos, e como uma espécie de mágica ... tudo fosse novo, novamente. Então que seja assim ...

ps. Blog novo. Fiquem a vontade para comentar , dar sugestões, recados, deixar Orkut. Enfim...

sugestão: troque a água do seu peixe, enquanto há tempo.

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Taurina, Teimosa, Introspectiva, Pensativa, Amante de um bom filme, e fazendo da vida uma trilha sonora.